A riqueza de sermos cristãos estar em termos um Deus que nos deu o seu Filho para a libertação do mundo, e, de modo peculiar dos seres humanos, sendo esses, os prediletos Dele. Assim, eles são os agentes principais do reino, e chamados à abertura de si, para que as curas que almejamos de Jesus sejam concretizadas em nosso meio.
Posto essas elucidações que o Mestre espera de nós, a Liturgia da Palavra deste domingo está completa de simbolismos e “metáforas” dirigidas aos seres humanos como um processo de libertação, de doenças, impurezas, mazelas, desditas- como transcreve-nos (Lv 13,1-2. 44-46) [...] O livro extraído do Pentateuco alude às lepras humanas e a narração de como estas podem ser libertadas. Contudo, é colocado diante de Moisés e Aarão a demonstração de erradicação de doenças quando essas são possíveis. Neste episódio de curas e proezas estar representada à humanidade nossa (sentido humano) como peça principal do desejo total de cura. O apóstolo Paulo (10,31-11,1) proferindo a comunidade de Corinto, enaltece: tudo que fizermos em nossa vida, em todas as esferas e circunstâncias nossas, seja elevado o nome de Deus Pai. Ou seja, não somos ninguém sem a anuência divina. Toda nossa existência, todas as nossas obras tenham concretudes em Deus que nos gerou, para que deste modo, representemos Cristo, como embaixadores.
O Evangelista (Mc 1,40-46) continua mostrando as glórias, curas, proezas e admoestações feitas por Jesus. Mas, difere-se algo nesses acontecimentos dos anteriores, a saber: Jesus faz às pessoas voltarem à vida e serem felizes; mas, outrossim, Ele auspicia-nos a guardar tais teofanias na tacitez do nosso coração e educa tanto aos discípulos que os acompanham e que dar-se-ão continuidade à sua missão a correrem do “veneno” dos fariseus, entendendo que a obra do Pai seja consistente no mundo[...] Ademais, a nós, também, é deixada uma incumbência: o Evangelho, e a não excluirmos as fontes basilares que marcou às nossas vidas até onde chegamos e doutro modo, serão as silhuetas do nosso caminhar. Portanto, entendamos a mensagem: fé, obras, missão, construção, elucidação do amor, oração, edificação da Palavra, são as vigas construtoras do cristianismo e dos humanos, e os princípios símiles para Jesus operar nossos ressentimentos.
Por: Erinaldo César (Filósofo de Euclides da Cunha)
Posto essas elucidações que o Mestre espera de nós, a Liturgia da Palavra deste domingo está completa de simbolismos e “metáforas” dirigidas aos seres humanos como um processo de libertação, de doenças, impurezas, mazelas, desditas- como transcreve-nos (Lv 13,1-2. 44-46) [...] O livro extraído do Pentateuco alude às lepras humanas e a narração de como estas podem ser libertadas. Contudo, é colocado diante de Moisés e Aarão a demonstração de erradicação de doenças quando essas são possíveis. Neste episódio de curas e proezas estar representada à humanidade nossa (sentido humano) como peça principal do desejo total de cura. O apóstolo Paulo (10,31-11,1) proferindo a comunidade de Corinto, enaltece: tudo que fizermos em nossa vida, em todas as esferas e circunstâncias nossas, seja elevado o nome de Deus Pai. Ou seja, não somos ninguém sem a anuência divina. Toda nossa existência, todas as nossas obras tenham concretudes em Deus que nos gerou, para que deste modo, representemos Cristo, como embaixadores.
O Evangelista (Mc 1,40-46) continua mostrando as glórias, curas, proezas e admoestações feitas por Jesus. Mas, difere-se algo nesses acontecimentos dos anteriores, a saber: Jesus faz às pessoas voltarem à vida e serem felizes; mas, outrossim, Ele auspicia-nos a guardar tais teofanias na tacitez do nosso coração e educa tanto aos discípulos que os acompanham e que dar-se-ão continuidade à sua missão a correrem do “veneno” dos fariseus, entendendo que a obra do Pai seja consistente no mundo[...] Ademais, a nós, também, é deixada uma incumbência: o Evangelho, e a não excluirmos as fontes basilares que marcou às nossas vidas até onde chegamos e doutro modo, serão as silhuetas do nosso caminhar. Portanto, entendamos a mensagem: fé, obras, missão, construção, elucidação do amor, oração, edificação da Palavra, são as vigas construtoras do cristianismo e dos humanos, e os princípios símiles para Jesus operar nossos ressentimentos.
Por: Erinaldo César (Filósofo de Euclides da Cunha)











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