Nesse momento, quase mil homens do exército cercam a Assembléia Legislativa do Estado da Bahia, onde estão os Policiais Militares e seus familiares. Os manifestantes que a todo o momento chegam a Sede do poder Legislativo baiano são impedidos de unirem-se aos colegas pela tropa federal que tem utilizado armas e gás contra a Polícia Militar.O Soldado Marco Prisco, líder do movimento, disse que “se é segurança que o Estado quer que assine o acordo, e tudo voltará ao normal amanhã mesmo”. O que a Polícia Militar quer, nada mais é do que o cumprimento da lei da GAP, adicional de periculosidade e insalubridade, gratificações que estão na Lei. O clima está tenso e há a possibilidade de confronto, caso o exercito tente invadir a Assembléia. Foto: Oglobo.
Da Redação: Arautos de Teolândia











0 comentários:
Postar um comentário